sábado, 29 de junho de 2013

DO FLAGRANTE : E S P E R A D O x P R E P A R A D O

RESUMO: A sempre uma divergência de entendimento no tocante ao flagrante, a
sua utilidade, o seu significado, a sua aplicação; com isso o presente trabalho
buscará métodos para compreensão dos referidos temas aos quais são passíveis
de confusão de seus conceitos, por ambos serem espécies de flagrante sendo
necessário uma análise mais abrangente sobre cada tema por método de pesquisa
doutrinária e jurisprudência.

1- CONCEITO DE FLAGRANTE

O termo prisão em flagrante, visto pelo aspecto da nossa sociedade
entre aqueles que não são estudiosos do Direito, soa aos seus ouvidos como uma
espécie de conotação de Justiça, de modo que a policia prendeu um flagrante o
delinquente, o criminoso. Para muitos o estado cumpriu o seu papel visando à
segurança da sociedade.
Mas há de se analisar qual o papel do flagrante, como ele é feito de
modo sobre o seu aspecto constitucional garantidor, qual o sua forma aplicada, por
quem e como é feito enfim qual seria seu conceito no aspecto social e jurídico.
O “termo prisão em flagrante significa “(queimar)” aquilo que acabou de
acontecer” aquilo que está queimando. De modo que há de se ponderar o tempo
(quando, logo depois do crime) porque não pode ser considerado flagrante, dias,
meses anos depois do crime.
Cabe ressaltar uma analise do flagrante sobre o seu aspecto da
legalidade da lei conforme o artigo do Código de Processo Penal:


Art. 302 Considera-se em flagrante delito quem:
I está cometendo a infração penal;
II acaba de cometê-la;
III é perseguido, logo após, pela autoridade, pelo ofendido ou por qualquer
pessoa, em situação que faça presumir ser autor da infração;
IV é encontrado, logo depois com instrumentos armas, objetos ou papéis
que façam presumir ser ele autor da infração;


Portanto conforme a lei considera-se em flagrante aquele que está
cometendo o crime, ou acaba de cometê-lo (devendo se analisar o tempo sob pena
de inconstitucionalidade do flagrante – ou seja, sua nulidade) – e ainda é perseguido
logo após pela autoridade, pelo ofendido ou qualquer pessoa – (em situação que
faça presumir ser autor da infração) – essa hipótese é o flagrante que podemos
denominar de flagrante presumido. Considera-se em flagrante presumido – aquele
que praticou o crime e está correndo ou logo depois é encontrado com os objetos do

crime de maneira que seja possível identificar que aqueles referidos objetos não lhe
pertencem; e ainda por estar em atitude suspeita.
Alguns conceitos de flagrantes por renomados doutrinadores:


(“LOPES, Junior “apud” GERBER Daniel p.104) “significa certeza visual
do fato”, trazendo consigo a possibilidade para uma pessoa de comprová-lo
mediante a prova direta”. Portanto o flagrante em si conforme o entendimento exposto é você ter a certeza de que aquele fato o ocorreu, (exemplo - acabou de ocorrer o furto, de um carro), (roubo), é a necessidade de invocar a persecução penal, mas não somente isso a visualização de que de fato houve um delito.
(DELMANTO, Junior, “apud” GERBER Daniel p. 105) “o flagrante delito propriamente dito está ligado à presença de uma testemunha, ainda que ela não o perceba, mas que o assista”.
No flagrante propriamente dito segundo o referido doutrinador está ligado a presença de uma testemunha ainda que ela não o perceba, ou seja ainda
que ela não perceba o cometimento do crime mas que o tenha visualizado; é o que
ocorre nos exemplos em que o indivíduo anda em atitude suspeita, e a testemunha o
reconhece (pois em verdade não há como em determinadas ocasiões diagnosticar,julgar se a pessoa cometeu um delito ou não) mas havendo indícios para sua averiguação faz-se necessário e indispensável a testemunha.
(TOURINHO Filho, “apud” GERBER Daniel p.105) entende que o
“flagrante como sendo (...) a prisão da pessoa surpreendida no instante mesmo da
infração”.


2.1 Aspecto histórico - atual do flagrante
A prisão em flagrante não é um instituto atual, e sim passou por uma
evolução histórica até chegar ao seu conceito atual na qual para muitos é o que está
queimando, (ou seja, o delito acabou de ser praticado), ou flagrante presumido, e
ainda suas varias espécies ou ainda é a certeza da visualizarão de um crime.
Segundo (TEIXEIRA, Renildo do Carmo p.24) Trata-se de um Instituto
antigo, a Lei das XII Tábuas já o previa. (...) se permitia o extermínio de ladrões
presos em flagrante caso ocorresse resistência com armas á prisão.
No tocante a sua evolução histórica pode identificar o flagrante desde
os tempos das XII tábuas com uma maior severidade que o seu aspecto - conceito
atual, conforme relata TEIXEIRA, Renildo p 104, “No Brasil encontramos a partir do
Império referencias a prisão em flagrante tanto nas constituições como nos outros
diplomas legais”.
D. Pedro ordenou em Decreto no dia 23/05/1821: “Que desde a sua data”
em diante nenhuma pessoa livre no Brasil possa jamais ser presa sem
ordem por escrito do Juiz ou magistrado criminal do território, exceto
somente o caso de flagrante delito, em que qualquer pessoa do povo deve
prender o delinquente.
Ou seja, a prisão em flagrante esta fundamentada no direito brasileiro
desde 1821 antes mesmo da Constituição Federal de 1988, garantindo aos cidadãos
o direito à segurança jurídica não ultrapassando os limites legais devendo conforme
expresso que em caso de flagrante delito qualquer pessoa do povo deve prender o
delinquente. No tocante a esta afirmação “qualquer pessoa do povo” ilustra a
hipótese de que ao ver qualquer pessoa praticando um crime em flagrante delito“qualquer pessoa” pode lhe dar voz de prisão. De modo quer há de se verificar
quanto ao seu caráter de periculosidade, porque não há como alguém dar voz de
prisão a um delinquente armado, de forma que sairá como herói, sujeitando a correr
risco de vida. E também há de se ponderar a questão da ilegalidade de fazer justiça
com as próprias mãos, porque está lei qualquer pessoa poderá prender em
flagrante, porém embora a lei não traga expressamente é possível fazer uma
ampliação extensivamente para que não haja ilegalidade no caso de abuso;
linchamento, por exemplo.
Conforme acentua (MOUGENOT, p 404).
Permitida pela Constituição Federal (art. 5LXI), portanto compatível com o
principio constitucional da presunção de inocência, a prisão em flagrante
não depende de ordem escrita e fundamentada pela autoridade judiciária
competente, tendo por isso caráter administrativo. Entretanto a fim de evitar
abusos, a prisão em flagrante deve ser ato cercado de formalidades legais.
Tanto tem fundamento conforme exposto porque se houvesse a
necessidade de ordem escrita e fundamentada pela autoridade judiciária causaria
uma insegurança jurídico sendo certo que em determinados horários como encontrar
o juiz para fundamentar a decisão para prisão flagrante isso em verdade
descaracterizaria o flagrante porque até conseguir uma ordem fundamentada
poderia levar horas, e neste caso o que fazer com o preso que estaria aguardando
para ser preso, e o principio da presunção de inocência isso seria uma afronta.
E ainda conforme (MOUGENOT, p405) podem-se identificar na prisão
em flagrante três momentos distintos:


a) Captura. É o momento em que a pessoa que se encontra em uma das
situações de flagrância previstas em lei é detida.
b) Lavratura do auto. Apresentado o capturado a autoridade competente,
se esta reconhecer estarem presentes os requisitos legais para prisão
deverá lavrar o auto, circunstanciado a prisão em flagrante. O auto de
prisão em flagrante constitui verdadeiro titulo de custodia provisória
servindo, também como ato inicial do inquérito policial que investigará a
pratica dos atos que ensejaram a prisão.
c) Custódia - após a lavratura do auto, será o conduzido recolhido ao
cárcere. Contudo a prisão em flagrante se perfaz no momento da voz de prisão.

Portanto há na prisão em flagrante três momentos distintos desde a
sua captura a sua lavratura do auto a custodia, é uma sequência lógica do flagrante
visualizando a sua constitucionalidade sem desrespeitar a norma legal.


2.2 Do flagrante preparado
Delito de ensaio, ou delito de experiência, ou ainda delito putativo por
obra do agente provocador. O preso é instigado a provocar cometer conduta ilícita. E
o instigador ao mesmo tempo em que provoca toma providência.
Segundo (MOUGENOT P.407):
Ocorre quando autoridade instiga a pratica de um crime, de maneira que
este é cometido preponderantemente em razão de sua atuação. Para tais
situações estabelece a súmula 145 do Supremo Tribunal Federal “que não
há crime quando há preparação do flagrante pela policia torna impossível a
sua consumação” a hipótese não configura dessarte, flagrante delito, mas
sim crime impossível por obra de agente provocador.
Conforme denota o autor não ocorre flagrante quando a autoridade
instiga a pratica do crime. Ou seja, portanto não pode a pratica criminal ser induzida
pelo policial, para que a pessoa cometa o crime. Porém por exemplo no caso de
trafico se o traficante ao portar entorpecente procura vender o mesmo a um policial
que desconhece sua condição, ocorre prisão em flagrante não pela pratica da venda
ao policial, mas pela conduta de trazer consigo manter em deposito expor a venda.
Cabe ainda ressaltar alguns entendimentos jurisprudências do Superior
Tribunal de Justiça:
HC 29779/SP
HABEAS CORPUS
2003/0141842-4
EMENDA
HABEAS CORPUS. CRIME DE EXTORSÃO. FLAGRANTE PREPARADO.
CRIME IMPOSSÍVEL. NECESSIDADE DE APROFUNDADO EXAME DE
PROVAS.


1. Já é firme o entendimento nesta Corte, segundo o qual não há falar em
flagrante preparado, mas esperado, se a vítima ou a policia não induz o
agente a pratica do crime. Limitando-se a surpreender o agente quando o crime já está consumado.
Portanto conforme o entendimento; não podemos confundir flagrante
preparado com o esperado cujo é aquele que não induz o criminoso a pratica do
crime e sim há uma diferenciação no tocante a “surpresa”, ou seja, por exemplo, no
caso da entrega vigiada da droga; tomando conhecimento a policia de todo o
itinerário o destino fim da droga é recomendável que se espere, ou seja, que a droga
chegue ao seu destino final para que a policia, prenda o traficante e não apenas
aquele que a traz consigo.
E ainda conforme jurisprudência:
HC 29779/SP
HABEAS CORPUS
2003/0141842-4
EMENTA
HABEAS CORPUS. CRIME DE EXTORSÃO. FLAGRANTE PREPARADO.
CRIME IMPOSSÍVEL. NECESSIDADE DE APROFUNDADO EXAME DE
PROVAS.


1. Já é firme nesta Corte, o entendimento segundo o qual não há falar em
flagrante preparado, mas esperado, se a vitima ou a policia não induz o
agente a pratica do delito, limitando-se a surpreender o agente quando
o crime já está consumado.
Ou seja, no caso de flagrante esperado a vitima a policia não induz o
agente a pratica do crime. Neste caso é o criminoso surpreendido quando o delito já
está consumado exemplo dado da entrega vigiada da droga.


2.3 Do flagrante esperado
Crime permanente (consumação se estende no tempo) se a policia tem
informação da pratica do crime. No flagrante esperado a iniciativa da pratica do
crime é do preso. Ninguém o induziu a praticar. (A policia não os procurou – estavam
sendo monitorados).


Nas palavras de (MOUGENOT, p. 407) (...) quando a policia informada
de sua possibilidade de ocorrer um delito, dirige-se até o local, aguardando sua
execução. Iniciada esta, a pronta intervenção dos agentes policiais, prendendo o
autor configura flagrante.


Cabe ressaltar entendimento do Superior Tribunal de Justiça:
RHC 5919/PR
RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS
1996/0061269-2
PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS PRISÃO EM FLAGRANTE.
LAVRATURA POR JUIZ DE DIREITO. LEGALIDADE. ESCRIVÃO AD
HOC. FLAGRANTE ESPERADO.


1- A autoridade competente que preside o auto de prisão em flagrante
como mencionado nos arts. 304 e 308/CPP e, em regra a autoridade
policial no exercício das funções de policia judiciária. Tal competência
não afasta a competência excepcional da autoridade judiciária.
Ocorre Flagrante esperado na hipótese em que o fato delituoso se
consuma antes do agente ser surpreendido em atuação criminosa.
- o crime de extorsão que tem como núcleo o ato de constranger
alguém, a fazer tolerar que se faça ou deixar de fazer alguma coisa
com o fito de obter vantagem econômica indevida, com o uso, de
violência, ou grave ameaça, não exige para sua consumação, a
efetividade do proveito econômico. Eficaz o constrangimento suficiente
para ensejar a ação ou omissão da vitima em detrimento do seu
patrimônio, perfaze o tipo penal do art. 158/CP.
Portanto o no flagrante esperado antes mesmo de o agente ser
surpreendido o crime se consuma - há a legalidade do flagrante pelo fato de o
criminoso não ser instigado ou provocado a praticar o delito de modo que se assim o
fizesse seria flagrante provocado ou mais precisamente conforme entendimento de
súmula jurisprudência não haveria se quer em falar na ocorrência de flagrante.
 


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARRETO, Fabiana Costa Oliveira. “Flagrante Prisão Provisória em caso de
furto”. IBCCRIM – São Paulo 2007.


BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil.
Brasília: Senado, 1988.


FACULDADES INTEGRADAS “ANTONIO EUFRÁSIO DE TOLEDO”. Normalização
de apresentação de monografias e trabalhos de conclusão de curso. 2007 –
Presidente Prudente, 2007, 110p.


GERBER, Daniel. “Prisão em flagrante uma abordagem garantista” editora Porto
Alegre 2003.


MOUGENOT, Edilson Bonfim. “Curso de Processo Penal” editora Saraiva 2009.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Telexfree ou Telexfria?

Os Ministérios Públicos de pelo menos sete estados investigam a empresa Ympactus Comercial Ltda. ME, conhecida pelo nome fantasia Telexfree, por suspeita de prática de pirâmide financeira, com "investimentos" estimulados por meio de um sistema chamado de "marketing multinível".

Segundo as investigações, a empresa teria montado um esquema de pirâmide, em que cada novo membro compra um "pacote" que remunera os membros acima na cadeia. Esse novo membro, por sua vez, ganha dinheiro recrutando outras pessoas para o sistema. (Veja no quadro ao lado como isso funciona.)

De acordo com o advogado da empresa, Horst Fuchs, a Telexfree atua com prestação de serviços de telefonia VoIP (por meio da internet). Cada conta custa US$ 49,90 (cerca de R$ 100) e permite o uso ilimitado por um mês.

Para divulgar o produto, a empresa adotou um sistema de venda direta remunerada, explica Fuchs. Para se tornar um "divulgador", o interessado precisa pagar uma taxa de adesão de US$ 50 (cerca de R$ 100). Com isso, ele pode comprar pacotes de contas com desconto. Um pacote com 10 contas custa US$ 289 (quase R$ 600) e um com 50 contas custa US$ 1.375 (cerca de R$ 2,8 mil).

Análise da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão (Consumidor e Ordem Econômica) do Ministério Público Federal (MPF), no entanto, apontou que a prática comercial da empresa não é sustentável no longo prazo e evidencia ser uma pirâmide financeira. Segundo a análise, o caso tem similaridade com casos de "compra premiada", no qual se considerou existir pirâmide financeira, uma atividade irregular.

Entenda a suposta fraude

O que é a Telexfree?

A empresa Ympactus Comercial Ltda. ME, conhecida pelo nome fantasia Telexfree, com sede no Brasil no Espírito Santo, diz atuar com prestação de serviços de telefonia VoIP (por meio da internet)

Divulgação do produto

Para tornar o serviço conhecido, a empresa vende pacotes a "divulgadores", que compram e revendem contas e "recrutam" novos revendedores. A divulgação é feita principalmente pela internet.

Compra de direito

Para tornar-se um divulgador, o interessado precisa pagar uma taxa de adesão e comprar os pacotes de contas, que custam a partir de US$ 289. Ele convence outras pessoas a participarem, que também investem dinheiro, e proporcionam comissão a quem convidou

'Pirâmide Financeira'

Avaliações do MPF e do Ministério da fazenda apontam que a atividade comercial da empresa não é sustentável no longo prazo e evidencia prática conhecida como "pirâmide financeira", o que é considerado crime contra a economia popular

Investigações

O caso é investigado pelos MPs de ao menos 7 estados (Acre, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco e Santa Catarina)

Veja a matéria completa AQUI.

Fonte Ediponatan Com informações do G1



ENTENDA A OUTRA PARTE DESTA EMPRESA

Calculo referente a uma conta

A Telex Free 

Você investe aproximadamente 1.400,00 Dólares,cerca de  R$2.800,00 Reais para entrar,e rende 400,00 Dólares por mês cerca de R$800,00 por 1 ano para fazer a divulgação de 5 anúncios por dia na internet.
Porem um profissional na área de Marketing ganha entre R$1.000,00 a R$ 2.000,00 Reais dependendo da região,então vamos ver os cálculos :

TelexFree

Investimentos 
2.800,00 Reais

Ganhos 
800,00 Reais por mês = 9.600,00 Reais Por Ano

Desconto:
9.600,00 ano Menos  2.800,00 Investimentos = 6.800,00 Reais

Lucro
6.800,00 Reais 

Cálculos

6.800,00 Reais de lucro
Dividido por 12 Meses 

R$ 566,67  ao mês
Benefícios:
Poucas Horas


Ou seja, você trabalha para telexfree ganhando 566,67 por mês divulgando os produtos dela

Trabalho área de Marketing

Salário: Aproximadamente 1.000,00 Reais Mês
Descontos: Aproximadamente Inss + outros  80,00 Reais
Descontos 
960,00 ano
Cálculo:
12.000,00 Reais ano Menos 960,00 descontos 
Total 
11.040,00 + 
Benefícios:
Registro em carteira
13º Salário de 1.200,00 
+ Férias

ENTÃO POR ISSO QUE ESTÃO DIVULGANDO UM DIPLOMA PARA OS COLABORADORES DA TELEX FREE






Mais sobre TexFree

Investidores da Telexfree temem prejuízos e até a falência

JUSTIÇA DO ACRE MANTÉM DECISÃO QUE SUSPENDE PAGAMENTOS E ADESÕES À TELEXFREE

Procon estuda auxílio para quem investiu na Telexfree

Divulgadores da Telexfree no RN tentam reaver investimento








domingo, 16 de junho de 2013

Golpe da Internet

Bom amigos,eu recebi um e-mail que diz que estou rico...
Este e-mail além de dizer que recebi uma quantidade enorme de dinheiro e que o motivo é por ser um usuário frequente da internet
O pior é que pedem para eu enviar meus dados.
Segue a baixo o e-mail que recebi:



De:Centro de Documentação Para:undisclosed-recipients
Assunto:O seu endereço de e-mail que você ganhou 1,400.000.00 Euros.


Data:16/06/2013 14:37
Parabéns!

Seguintes resultados oficiais de publicação do Microsoft Organization Inc premiou a soma de um milhão e quatrocentos mil euros (€ 1.400.000,00) para o seu e-mail com o número de referência # 456-802-000-921 por ser um usuário da web muito freqüente.

O caber em linha chama foi conduzida a partir de uma lista exclusiva de 50.000 empresas e 20.000.000 nomes individuais, endereços de e-mail de todos os sites de banco de dados em todo o mundo. O programa promocional foi segurado e é patrocinado por personalidades eminentes fundador da Microsoft Bill & Melinda Gates, Nações Unidas, Liga Árabe, União Europeia, site echina e outras organizações empresariais. É o programa de promoção destinada a encorajar os usuários de internet. Ou seja, você não precisa comp rar bilhete para entrar por ela. A internet empate e-mail é realizada periodicamente e é organizado para promover em todo o mundo literacia informática.

Esta loteria é aprovado pelo Conselho da Europa e também de jogos licenciados pela Associação Internacional de Reguladores de jogos (IAGR).

De seu interesse e também para evitar misturar-se de números e nomes de qualquer tipo, nós pedimos que você mantenha os detalhes completos do seu prêmio estritamente do edital. É aconselhável para completar as informações abaixo e enviá-lo imediatamente para o nosso gerente de reivindicação para a coleta imediata de seu fundo.

Nome: Senhor Anderson Rico
Reivindicar departamento de verificação.
E-mail: claimmanagerverification@yahoo.co.uk

(1) nomes completos:.
(2) Endereço:.
(3) País de origem:.
(4) Data de Nascimento:.
(5) Sexo:.
(6) Estado civil:.
(7) Telefone:.
(8) Profissão:.
(9) cópia, digitalização de sua identificação ou passaporte
internacional ou licença de condução,
(10) Número de referência:

Atenciosamente,
Sra. Jessica B. Grooch.
Coordenador Online,


Copyright © 1994-2013, britânico loteria da aliança. Todos os direitos reservados. Termos de Serviço - orientação.


FIQUE ATENTO!!!

domingo, 9 de junho de 2013

Aprenda a se defender do bullying corporativo

Entenda por que empresas toleram gestores que praticam assédio moral e saiba o que fazer se estiver nas mãos de um deles



Humilhar, abater e desmotivar – ações que normalmente não associamos ao mercado de trabalho acontecem todos os dias nas empresas. Os nomes são muitos - assédio moral, mobbing ou bullying – mas a degradação causada é a mesma.

Os motivos que levam a essas situações são vários. Inacreditavelmente, ainda há empresas que acreditam que podem se beneficiar do assédio de um gestor, por exemplo, e acabam sendo permissivas com casos em que o chefe pressiona a equipe exageradamente para aumentar a produtividade. “No longo prazo, no entanto, o assédio nunca traz benefícios”, explica Aghata Alves, gerente de treinamento, desenvolvimento e qualidade de vida da Aon Consultoria. “Com o tempo, a produtividade de quem sofre o bullying cai. A pessoa pode até adoecer.”

Quem pode ajudar  - Definir bullying ou assédio moral não é fácil. Como explica Agatha, o limite de uma brincadeira ou uma chamada de atenção é muito individual. “A humilhação está no limite do outro. Cada um tem um conjunto de crenças e valores, então é uma questão delicada”, explica.

Segundo Andréia Garbin, chefe da divisão de saúde do trabalhador e meio ambiente da prefeitura de São Bernardo do Campo, quem sofre não deve conversar diretamente com quem pratica o bullying. A orientação é para que a pessoa procure setores na empresa que possam ajudar, como o RH ou áreas médicas. “O RH é onde a vida do funcionário é organizada e funciona como um setor de mediação, com acesso a todos os setores”, explica. Segundo ela, lá existe condição de programar ações para minimizar conflitos. “Em alguns casos, a pessoa fica tão frágil que chega a adoecer. Aí é bom que se dirija a um médico.”

Andreia lembra um caso em que um funcionário estava se sentindo ameaçado pelo gestor: “Houve um momento em que ele cansou e foi falar com o diretor da empresa”, conta. “O diretor, por sua vez, veio pedir ajuda ao RH”. Juntos analisaram o episódio para solucionar o problema.

Ela ressalta ainda que, mesmo quando as pessoas tentam solucionar o problema do assédio e não ficam passivas, existe uma barreira para lidar com o assunto: “Muitas empresas não dão atenção às queixas. Como o tema está em alta, muitas vezes ele acaba sendo banalizado.”

Ajuda externa - Quando há dificuldade de falar sobre a violência dentro da empresa, pode ser o caso de buscar ajuda externa. “As queixas também são acolhidas nos sindicatos, no Ministério do Trabalho, no Ministério Público (na área da saúde)”, informa Andréia.

Fonte: MSN

VEJA TAMBÉM





Fraude interna


 O inimigo pode estar na mesa ao lado


As empresas enfrentam, em média, uma tentativa de fraude por semana, apura a segunda pesquisa anual de Segurança da Informação, realizada em conjunto pela Attachmate Corporation e o Ponemon Institute. Apesar disso, apenas 44% das empresas entrevistadas dizem não ver a prevenção de fraude interna como prioridade, uma despreocupação que vem aumentando desde 2011. O resultado disso saiu caro: o custo médio da violação de dados, segundo um estudo realizado em 2011, foi de 194 dólares por registro perdido ou roubado.

O levantamento faz uma série de outras constatações relevantes no segmento: 79% dos entrevistados dizem que nas suas empresas um usuário privilegiado já alterou ou tentou alterar comandos dos aplicativos para obter acesso ou modificar informações confidenciais e depois voltou a reconfigurar os comandos; 73% dos entrevistados, um feito equivocado de um funcionário já resultou em prejuízo e possível dano à marca da empresa; e 81% dizem que algum funcionário já usou as credenciais de alguém para obter direitos adicionais ou obter controles especiais.

“Estes dados demonstram a invisibilidade das ações praticadas pelos funcionários dentro da empresa”, disse Larry Ponemon, presidente do conselho e fundador do Ponemon Institute. “Embora as empresas adotem políticas e procedimentos para tentar inibir as fraude internas, isso não significa que eles serão seguidos pelos funcionários, principalmente com o aumento das práticas do modelo ‘traga seu próprio dispositivo’”. No estudo, o BYOD é visto como um risco. Tanto que 48% dos entrevistados dizem que essas práticas resultaram em um aumento significativo do risco de fraude e 77% dizem que a falta de protocolos de segurança nos dispositivos de borda é um grande risco e desafio à segurança.

“A segurança dos dados e a fraude interna prosseguem como um desafio para as empresas, principalmente com a prática do modelo “traga seu próprio dispositivo”, aumentando a complexidade no ambiente corporativo”, contou Christine Meyers, diretora de soluções para gerenciamento de fraudes corporativas da Attachmate.

O estudo definiu fraude interna como os ataques maliciosos ou criminosos perpetrados em empresas públicas e privados por funcionários e temporários. Normalmente o objetivo desses ataques é o roubo de bens financeiros ou informações, que pode incluir dados de clientes, segredos comerciais e propriedade intelectual. Às vezes os invasores mais perigosos são aqueles com maior conhecimento de TI ou que possuem acesso aos dados e aplicativos mais críticos da empresa. Foram ouvidos 700 executivos globalmente.
Fonte: UOL

Software poderá identificar fraudes de funcionários

Certas construções de frases se repetem na troca de e-mails de funcionários envolvidos em atividades ilícitas, segundo análise de um software de linguística. Em breve, esse tipo de programa poderá a identificar e bloquear ameaças antes de chegaram ao destinatário ou até mesmo identificar comportamento suspeito de funcionários que praticam fraudes corporativas.

Uma recente pesquisa realizada pela Ernst & Young, em parceria com o FBI, à qual o Financial Times teve acesso, revela que mais de 3 mil palavras e frases utilizadas em conversas entre empregados envolvidos em crimes foram identificadas por especialistas em tecnologias antifraude. “A linguagem, que é uma mistura de combinações de frases, motivações pessoais e tentativas de ocultar algo, é muito reveladora”, afirma o diretor de investigação de fraudes da consultoria, Rashmi Joshi.

Expressões como “taxas especiais” e “pagamentos atrativos” estão ligadas a pessoas envolvidas em casos de suborno. Já alguns funcionários, para coagir outras pessoas a participarem de esquemas ilegais, escrevem convites para “ser parte nisso” ou alguma coisa relacionada a “não deixe nenhum rastro”.

Segundo Joshi, o monitoramento comum aplicado hoje no tráfego de e-mails corporativos desempenhou papel nulo nos esforços de combate a fraudes. “Enquanto muitas organizações apenas voltam o foco para números quando investigam discrepâncias, verificamos que existem diversas maneiras de análise de frases — e-mails, SMS ou mensagens instantâneas — para identificar e isolar atividades ilícitas”, afirmou.

Num primeiro momento, o software de análise linguística protege o anonimato dos funcionários envolvidos, uma vez que rastreiam o conteúdo das mensagens. Mas eles também podem registrar mudanças incomuns no tom e na linguagem das "conversas" virtuais e até mesmo serem customizados para um determinado perfil de usuário, como negociadores comerciais, por exemplo.

Isso poderia evitar multas recordes como aquelas aplicadas ao Barclays e a UBS, quando autoridades britânicas e norte-americanas descobriram um esquema de manipulação de taxas. Após anos de investigações, o plano foi descoberto ao analisar grandes volumes de comunicação eletrônica.

Fonte: Tiinside

sábado, 8 de junho de 2013

Prevenção e Perdas


Varejo investe em prevenção de perdas para recuperar os lucros


Com a retomada da inflação, seu impacto no consumo e nas negociações de preços com a indústria, cresce a atenção do varejo para a área de prevenção de perdas, que pode fazer a diferença na hora de contabilizar os lucros.

Estudo do Provar (Programa de Administração de Varejo), da Fia-USP, mostra que as perdas do varejo chegaram a 1,76% do faturamento em 2011, dado mais recente disponível. O percentual representou R$ 18,5 milhões.

Participaram do levantamento 275 empresas, que, juntas, reúnem 4.486 lojas e 413 centros de distribuição.
Nos Estados Unidos, o índice de perdas foi 1,41% do faturamento do setor varejista naquele mesmo ano.


Entre as principais causas das perdas são considerados fatores externos (como furtos de clientes, problemas com fornecedores) e internos (como produtos danificados por funcionários, problemas de validade vencida).



Por segmento, foram os supermercados que apresentaram o maior índice de perdas: 1,96% do faturamento se traduziu em desperdício, ligeiramente acima da média.
Na área de farmácias e drogarias o índice foi de 0,38%. E no grupo chamado de "outros" (inclui construção civil, lojas de conveniência e roupas) foi registrado o menor percentual, de 0,19%.

O assunto é tratado com sigilo pelas redes de supermercados, que enxergam nos programas de prevenção de perdas uma forma de recuperar suas margens de lucros.
Varejistas e especialistas em consumo estimam que essas margens correspondem hoje a metade dos 4% a 5% registrados há 15 anos.

"Os investimentos que já eram significativos em prevenção de perdas devem ser ampliados ainda mais com a acirrada concorrência no setor supermercadista", diz Cláudio Felisoni, coordenador do Provar e do Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e do Mercado de Consumo).

José do Egito Frota Lopes Filho, que comanda a Abad (associação dos atacadistas), tem a mesma avaliação. "Evitar o desperdício, prevenir perdas está diretamente relacionado a incremento de resultados. É uma área estratégica."

Para Eder Ismael Motin, coordenador técnico do comitê de prevenção de perdas da Abras (associação nacional de supermercados), esses investimentos têm sido feitos especialmente em equipamentos e em novas tecnologias.


"O desafio é também não transformar esse investimento em custo maior do que a própria perda", diz o executivo, que atua na rede Condor, com 35 lojas no Estado do Paraná.

Fonte: Folha





segunda-feira, 3 de junho de 2013

Entrega do prêmio

FOI REALIZADO HOJE DIA 03 DE JUNHO DE 2013 A ENTREGA DO CANIVETE TÁTICO SORTEADO EM NOSSA PAGINA NO FACEBOOK . COMO JÁ ANUNCIADO O GANHADOR FOI Pedro Castelhanos








Pedro Castelhanos também adquiriu nossa camisa







PRÓXIMO SORTEIO